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Entendimento do contexto do terreno como um fator crucial para o sucesso de grandes planos diretores

No mais recente plano diretor de escala distrital que está sendo desenvolvido pela Conde Design, nossa equipe estudou o contexto sócio-econômico-cultural em profundidade, para garantir que o design para essa nova comunidade se vincule a toda a cidade de Santa Maria.
16 Jun 2019

Planejada para ter uma população de 500 mil habitantes no ano 2000, a população de Brasília, com seus atuais 2,977 milhões de habitantes, coloca a Capital como a quarta cidade mais populosa do Brasil hoje. Em consequência do processo de ordenamento descontrolado do território, ocorreu no Distrito Federal uma intensa expansão da urbanização para a periferia limítrofe, que deu origem à formação da região metropolitana de Brasília, atualmente institucionalizada como Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno – RIDE.

 

Santa Maria está situada na Unidade de Planejamento Territorial Sul – UPT Sul, no Vetor Sudoeste de expansão urbana. Segundo o PDOT, a área insere-se na Macrozona Urbana, com uma fração de menor dimensão em Zona Urbana Consolidada (trecho ao longo da Av. Santa Maria) e a maior parte em Zona Urbana de Expansão e Qualificação.

 

Diante deste desafio, a Conde Design assumiu o compromisso de explorar alternativas para a atual abordagem “cidade dormitório” claramente estabelecida para Santa Maria, buscando uma comunidade completa, compacta e com vitalidade, sustentável ambientalmente, conectada com seu entorno e voltada para as atividades econômicas importantes para o seu futuro como cidade. Assim, adotamos os seguintes objetivos para este trabalho:

 

– Atrair atividades econômicas novas ou complementares às do entorno, que gerem emprego e renda para a população de Santa Maria

– Estruturar e articular a malha urbana de forma a integrar e conectar as localidades existentes, e aplicar o conjunto de instrumentos de política urbana adequado para qualificação, ocupação e regularização do solo

– Qualificar as áreas ocupadas para reversão dos danos ambientais e recuperação das áreas degradadas

– Constituir áreas para atender às demandas da comunidade

– Planejar previamente a infraestrutura de saneamento ambiental para a ocupação, considerando-se a capacidade de suporte socioambiental da bacia hidrográfica

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